quarta-feira, 24 de setembro de 2014

DCTF: Receita Federal traz esclarecimentos sobre a utilização das versões 2.5 e 3.1 do PGD



A Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) informou, em seu site na Internet (www.receita.fazenda.gov.br), que a versão 3.1 do Programa Gerador da DCTF-Mensal (PGD) encontra-se disponível para download e deverá ser utilizada para o preenchimento da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) referente aos fatos geradores ocorridos desde o mês de agosto/2014.

A RFB informou também que a versão 2.5 do PGD continuará a ser utilizada para o preenchimento da DCTF referente aos fatos geradores ocorridos no período de janeiro/2006 a julho/2014 (e não como constou no Ato Declaratório Executivo Codac nº 30/2014, segundo o qual essa versão abrangeria as declarações relativas aos fatos geradores que ocorressem no período de 1º.01.2009 a 30.04.2014).

Fonte: RFB

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Mudança no procedimento do CAGED a partir de outubro 2014



 A partir de outubro de 2014 entrará em vigor uma mudança importante no CAGED, o envio imediato do CAGED na admissão do funcionário quando este estiver gozando do seguro desemprego.

O que muda?

O CAGED (cadastro geral de empregados e desempregados) é um registro transmitido pelo escritório sempre que ocorre admissões e demissões nas empresas, ele é transmitido até o dia 07 subsequente a admissão/demissão.
Com a mudança da portaria 1129/2014 quando o trabalhador estiver em seguro desemprego, o escritório deverá transmitir o arquivo no dia da admissão, caso contrário, será considerado o envio em atraso com pagamento de multa.

Como identificar se o trabalhador está em seguro desemprego?

Através do site http://maisemprego.mte.gov.br com o PIS do funcionário.

Obrigação da empresa

Passar as informações da admissão (documentos do trabalhador) antes da assinatura da carteira de trabalho.

Obrigação do escritório

Verificar todas as admissões se o trabalhador está em seguro desemprego, enviar o CAGED na data da admissão se ele estiver em seguro desemprego.

Se o escritório receber os dados após a data da assinatura em carteira e o trabalhador estiver em seguro desemprego, o escritório transmitirá o CAGED em atraso e terá que gerar uma DARF código 2877 com o valor da multa.
Acredito que o grande desafio é fazer com que o cliente cumpra o prazo de envio dos documentos, mas é importante o escritório ensinar o cliente sobre os impactos que o atraso pode causar, lembrando que no eSocial a transmissão das admissões será antes da assinatura da carteira independentemente se o trabalhador estiver em seguro desemprego.

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Contador, profissão promissora

Profissional é imprescindível em qualquer empresa. Além disso, desfruta de várias oportunidades de atuação na atualidade.



Enquanto algumas profissões já sentem o drama do desaquecimento da economia, em Goiás o contador está longe de passar por esse tipo de pressão. Pelo contrário, pode até tirar proveito da situação e fazer de um limão, uma limonada. Além de lidar com toda a burocracia tributária, o profissional está apto a planejar redução de custos e detectar áreas necessárias à aplicação de investimentos. Existem, no mínimo, 8 mil vagas reprimidas para este tipo de profissional no Estado, segundo dados do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de Goiás (Sescon-Goiás).

Cumprir as formalidades legais e apurar o recolhimento de tributos é apenas algumas das tarefas do contador. Com exigências mais rigorosas nas contratações e no cumprimento da jornada de trabalho, além da demanda por maior produtividade com menos recursos, o profissional é imprescindível para qualquer tipo de empresa, independente do porte. Por isso, o contador vem assumindo cargos mais elevados nas empresas. Atualmente, existem várias oportunidades de carreiras para o profissional de contabilidade (veja quadro).

Segundo o presidente do Sescon-Goiás, Francisco Lopes, nos últimos dez anos, a visão de um profissional meramente burocrata está mudando. O contador deve estar preparado para um mercado que sofre influências de uma economia exigente e globalizada. Por isso, deve estar em contínuo processo de reciclagem para saber lidar com a complexidade do ambiente de negócios. “É um profissional que precisa se atualizar mensalmente. Com as mudanças na legislação e a sofisticação dos sistemas, o profissional precisa saber também um pouco de Tecnologia da Informação (TI) se não quiser desaparecer do mercado”, diz.

HABILIDADES ESSENCIAIS

Por isso, acredita que a capacidade de continuar sempre estudando além de um forte censo de cidadania e ética são habilidades essenciais para uma pessoa que deseja seguir a carreira. “Embora haja uma reclamação de que a carga tributária no País é elevada, temos que andar rigorosamente dentro da legislação”, ensina Francisco que também é professor de Contabilidade Avançada na Faculdade Padrão.

O salário médio inicial do profissional, mesmo em empresas de contabilidade terceirizadas, é de R$ 2,5 mil. Contadores responsáveis por departamentos, cujo período de experiência é de cerca de cinco anos, podem ganhar até R$ 5 mil. “Hoje temos muitos concursos também para os profissionais da área. O salário inicial é acima de R$ 7 mil”, diz Francisco.

Um dos desafios do mercado, ressalta, é a falta de mão de obra. Existem cerca de 4 mil escritórios de contabilidade em Goiás. Para ele, 90% dessas empresas necessitam de pelo menos dois funcionários. “Hoje as pessoas que formam já saem empregadas e estagiários tem grandes chances de serem efetivados nas empresas por onde passam.”

Fonte: O Popular